Sustentabilidade
Desenvolvimento e Conservação

O ordenamento do território e uma adequada gestão das paisagens naturais, urbanas e rurais, é o nosso melhor activo sócio-ambiental e económico.
Cada país tem, nas capacidades do seu território e na forma de o ocupar, que encontrar a base para o seu futuro, o seu desenvolvimento e conservação dos seus recursos.
http://www.unesco.org/

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Vivemos tempos que convidam à inovação e à invenção de novos pólos na economia e na sociedade.
O usufruto da natureza e dos seus produtos, seja da produção primária agro-pastoril, hoje valorizados se resultantes de produções biológicas, seja de nichos de produção industrial ou de artesanato relacionados com a transformação de produtos primários, podem hoje ser estruturados em redes com pólos de interligação nas cidades. Estas podem também ser espaços de reocupação pela natureza; desde hortas comunitárias e novos espaços verdes, à arborização dos passeios a janelas e varandas floridas, a formas de transporte não poluentes que reduzam o tráfico automóvel.
A desmaterialização da economia passa por recuperar o ar puro, a água limpa, os ruídos da natureza e a fertilidade da terra.
Todo o território tem uma função. O que é importante é que, com a legislação existente, os Planos Directores Municipais, a Reserva Ecológica Nacional, a Reserva Agrícola Nacional, as áreas protegidas e outros instrumentos de ordenamento do território, se criem os alicerces para que os sonhos, ideias e projectos possam dar melhor sustentabilidade ao nosso país, contribuindo para a solidariedade , para o equilíbrio ambiental, para uma melhor qualidade de vida e a conservação dos recursos naturais.
http://www.dgotdu.pt/